sábado, 16 de novembro de 2013
ourobouros - cronica sobre os budas de mes aynak
Uma belissima cronica sobre os budas de Mes Aynak aqui
terça-feira, 23 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
premio Arquivo Nacional de pesquisa
http://www.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1800&sid=40
quarta-feira, 17 de julho de 2013
chamadas de artigos
1 - Revista Interseções
A revista História e Cultura (http://periodicos.franca. unesp.br/index.php/ historiaecultura/index) abre chamada pública para a submissão de artigos para o dossiê temático "Indústria Cultural e Contemporaneidade". O dossiê almeja textos de caráter interdisciplinar e que abordem a temática da indústria cultural no mundo contemporâneo, com ênfase no período histórico dos séculos XX e XXI. São esperados artigos que analisem a cultura em suas dimensões de: produção, circulação, acesso, consagração, políticas públicas, fomento, dentre outras.
Após avaliação das editoras do dossiê, os autores receberão o parecer do artigo e deverão fornecer seus textos corrigidos até 31 de outubro.
Data-limite de recebimento dos artigos: 30/09/2013
Envio pelo e-mail: oicult@gmail.com
- Próximos Dossiês:
Debates Historiográficos sobre a Antiguidade e o Medievo
Organizadores: Profª Drª Margarida Maria de Carvalho (UNESP/Franca), Helena Amália Papa (Doutoranda em História - UNESP/Franca) e Germano Esteves (Doutorando em História - UNESP/Assis)
História e Literatura no Século XIX
Organizadores: Profª Drª Ana Beatriz Demarchi Barel (IEB-USP/UERJ) e Prof. Me. Sérgio Campos Gonçalves (UNESP-Franca).
Companhia de Jesus nas Américas Portuguesa e Espanhola
Organizadores: Profª Drª Ana Raquel Marques da Cunha Martins Portugal (UNESP-Franca/CNPq) e Prof. Me. Fabio Eduardo Cressoni (UNIARARAS).
História e Sociologia
Organizadores: Prof. Dr. Reginaldo Guiraldelli (UNB), Prof. Me. Fernando de Figueiredo Balieiro (UFSCar) e Profª Mª Semíramis Corsi Silva (UNESP/Franca).
Revista Interseções - Chamada de artigos
Interseções: Revista de Estudos Interdisciplinares, publicação do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UERJ, recebe contribuições para seu próximo número até o dia 31 de julho de 2013. Os textos devem ser submetidos através do site da revista (http://www.e-publicacoes. uerj.br/index.php/intersecoes) , onde também estão disponíveis as instruções para colaboradores.
2 - revista Cadernos de Pesquisa em Educação do PPGE/UFES.
Trata-se de publicação especializada de divulgação e debate da produção
científica na área de Educação, cujo conteúdo editorial tem como foco
resultados de pesquisas e resenhas de livros publicados na área de
Educação. Os textos submetidos serão avaliados por membros do Conselho
Editorial e, também, por pareceristas *ad hoc.*
Os trabalhos para publicação devem ser enviados através do Sistema
Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER) pelo site *
http://www.periodicos.ufes.br/
cadastrar e verificar as normas de publicação.
3 - Chamada para o dossiê "Indústria Cultural e Contemporaneidade"
Organizadoras: Profª Drª Adriana Facina (Museu Nacional/UFRJ) e Profª Drª Pâmella Passos (IFRJ)A revista História e Cultura (http://periodicos.franca.
Após avaliação das editoras do dossiê, os autores receberão o parecer do artigo e deverão fornecer seus textos corrigidos até 31 de outubro.
Data-limite de recebimento dos artigos: 30/09/2013
Envio pelo e-mail: oicult@gmail.com
- Próximos Dossiês:
Debates Historiográficos sobre a Antiguidade e o Medievo
Organizadores: Profª Drª Margarida Maria de Carvalho (UNESP/Franca), Helena Amália Papa (Doutoranda em História - UNESP/Franca) e Germano Esteves (Doutorando em História - UNESP/Assis)
História e Literatura no Século XIX
Organizadores: Profª Drª Ana Beatriz Demarchi Barel (IEB-USP/UERJ) e Prof. Me. Sérgio Campos Gonçalves (UNESP-Franca).
Companhia de Jesus nas Américas Portuguesa e Espanhola
Organizadores: Profª Drª Ana Raquel Marques da Cunha Martins Portugal (UNESP-Franca/CNPq) e Prof. Me. Fabio Eduardo Cressoni (UNIARARAS).
História e Sociologia
Organizadores: Prof. Dr. Reginaldo Guiraldelli (UNB), Prof. Me. Fernando de Figueiredo Balieiro (UFSCar) e Profª Mª Semíramis Corsi Silva (UNESP/Franca).
quinta-feira, 11 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
Nucleo de Estudos de Historia da historiografia e Modernidade NEHM-UFOP
Página do NEHM com vários artigos para baixar aqui
quinta-feira, 4 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Escreva seu livro - o site
quinta-feira, 27 de junho de 2013
lançamento de livro - A história como oficio
Marieta de Morais Ferreira - A história como oficio aqui
Sobre os levantes dos 20 cents
Quase um balanço sobre as manifestações dos 20 cents:
Desde que se iniciou a marcha dos 20 cents, ela mobilizou e monopolizou a mídia e aquilo que parecia ser um movimento fútil - a briga por 20 centavos - polarizou opinioes e moveu o debate: o que é bastante positivo.
A manifestação é boa, o debate é importante, politização é essencial. O que eu venho questionando é o nivel de reflexão dos manifestantes, de comprometimento com a causa PUBLICA - independente de qual seja, minha, sua, de outrem.
Creio que politica tem que ser algo pelo bem comum, não APENAS no momento em que o nosso calo aperta.
Minha inquietação se iniciou pelo fato de as manifestações abafarem completamente a copa: Nem parece que está acontecendo um evento tão importante nesse pais. Isso me deixou intrigada.
Não porque eu tenha paixao por futebol. Nem mesmo porque eu esteja "do lado da Dilma". Mas porque as TVS não costumam dar TANTO destaque a manifestações e principalmente, porque dentre todos os eventos politicos populares desse ano, esse tenha me parecido o mais "fútil". Considerando greves de professores, da saúde, problemas indigenas, enfim, tantos problemas graves, que acarretaram mortes e prejuizos incalculáveis, o "levante dos 20 centavos" me parecia uma bandeira fútil. E, no entanto, teve maior destaque que qualquer outro dos eventos tragicos desse ano.
Em segundo lugar, escolhem justamente o momento da copa para reclamar. E 20 centavos de busão acabou arrastou multidoes. As mesmas que eu NAO VI na TV quando os indios, sem-terra e tantos outros são chacinados, quando presidiários e moradores de rua são queimados, pessoas são atropeladas por bebados irresponsaveis e etc.
Há causas importantissimas passando despercebidas. Foi por isso que eu me coloquei em posição de desconfiança inicial.
Além disso, a copa do mundo não representa APENAS o gasto estratosférico que já se conhece. Ela tem efeitos financeiros futuros positivos para o pais - seria muita irresponsabilidade do Lula e da Dilma, gastarem esse dinheirão com uma festa se isso não trouxesse efeitos posteriores.
A dimensão que esses eventos tomaram - tendo em vista que outros eventos MUITO MAIS IMPORTANTES (lembram dos indios morrendo há poucos dias atrás?) não tiveram o mesmo destaque NA MIDIA, nem nos manifestantes. E isso deu margem a pensar que, afinal, a mídia poderia ter outros interesses nessa cobertura.
E entao, é hora de se pensar sobre as coisas. Sobre o que é um movimento e sobre o como ele é apropriado por outros poderes e se transforma em algo totalmente fora de seu planejamento inicial.
É bom ver as pessoas na rua. Acho maravilhoso. E quero continuar a ve-las, como também quero ver a TV dar closes nas professoras de SP apanhando, nos indios morrendo, nos sem terra sendo assassinados.
Como também espero que esses grupos que se formaram em torno de um "hashtag" consigam desenvolver um debate e uma participação mais constante e principalmente que se informem melhor. Que se comprometam realmente. Afinal, politica gira em torno de informação e participação.
O que eu tenho pontuado desde o inicio é que esses movimentos, exatamente por essa ausencia de plataformas claras - e APARENTE desinformação sobre os problemas que vão alem dos 20 cents - estão servindo INVOLUNTARIAMENTE como aríete para intençoes excusas e grupos tão exoticos como esse retorno da MARCHA DA FAMILIA CONTRA O COMUNISMO (xessus, que coisa Mon-rá!).
Me preocupa essa plataforma de repúdio indiscriminado a quaisquer partidos politicos, esse extremismo ingenuo do protesto pelo protesto, que apenas abre brechas vorazes para a ascenção dos monstros (metafóricos ou não) que espreitam a anomia e a revolta acéfala.
Os agrupamentos de quebra-quebra que a gente viu - e apesar de minoria, eles fizeram GRANDE efeito - são apenas a ponta do Iceberg de forças "ocultas" que aproveitam a crise para extender seus tentáculos.
Há que ter memória e fazer valer essa memória. Num tempo de ficções travestidas de história, em que todas as instituições novas e supostamente antigas, enraizam-se num suposto passado, a tradição de mobilização politica precisa e deve ser lembrada. Bem como todos os efeitos dela, as forças que ela mobiliza e os efeitos colaterais.
Enfim, toda geração acha que está inventando a juventude, o protesto e etc.
E no entanto, quantas gerações de jovens e ativistas já tivemos - e vão sendo esquecidos. A história precisa cumprir sua função social, afinal. E eu realmente acredito que ela a possua, ainda que não tenhamos sido capazes sequer de provar e aprovar nosso estatuto profissional junto ao Congresso brasileiro.
(originalmente publicado no facebook
Desde que se iniciou a marcha dos 20 cents, ela mobilizou e monopolizou a mídia e aquilo que parecia ser um movimento fútil - a briga por 20 centavos - polarizou opinioes e moveu o debate: o que é bastante positivo.
A manifestação é boa, o debate é importante, politização é essencial. O que eu venho questionando é o nivel de reflexão dos manifestantes, de comprometimento com a causa PUBLICA - independente de qual seja, minha, sua, de outrem.
Creio que politica tem que ser algo pelo bem comum, não APENAS no momento em que o nosso calo aperta.
Minha inquietação se iniciou pelo fato de as manifestações abafarem completamente a copa: Nem parece que está acontecendo um evento tão importante nesse pais. Isso me deixou intrigada.
Não porque eu tenha paixao por futebol. Nem mesmo porque eu esteja "do lado da Dilma". Mas porque as TVS não costumam dar TANTO destaque a manifestações e principalmente, porque dentre todos os eventos politicos populares desse ano, esse tenha me parecido o mais "fútil". Considerando greves de professores, da saúde, problemas indigenas, enfim, tantos problemas graves, que acarretaram mortes e prejuizos incalculáveis, o "levante dos 20 centavos" me parecia uma bandeira fútil. E, no entanto, teve maior destaque que qualquer outro dos eventos tragicos desse ano.
Em segundo lugar, escolhem justamente o momento da copa para reclamar. E 20 centavos de busão acabou arrastou multidoes. As mesmas que eu NAO VI na TV quando os indios, sem-terra e tantos outros são chacinados, quando presidiários e moradores de rua são queimados, pessoas são atropeladas por bebados irresponsaveis e etc.
Há causas importantissimas passando despercebidas. Foi por isso que eu me coloquei em posição de desconfiança inicial.
Além disso, a copa do mundo não representa APENAS o gasto estratosférico que já se conhece. Ela tem efeitos financeiros futuros positivos para o pais - seria muita irresponsabilidade do Lula e da Dilma, gastarem esse dinheirão com uma festa se isso não trouxesse efeitos posteriores.
A dimensão que esses eventos tomaram - tendo em vista que outros eventos MUITO MAIS IMPORTANTES (lembram dos indios morrendo há poucos dias atrás?) não tiveram o mesmo destaque NA MIDIA, nem nos manifestantes. E isso deu margem a pensar que, afinal, a mídia poderia ter outros interesses nessa cobertura.
E entao, é hora de se pensar sobre as coisas. Sobre o que é um movimento e sobre o como ele é apropriado por outros poderes e se transforma em algo totalmente fora de seu planejamento inicial.
É bom ver as pessoas na rua. Acho maravilhoso. E quero continuar a ve-las, como também quero ver a TV dar closes nas professoras de SP apanhando, nos indios morrendo, nos sem terra sendo assassinados.
Como também espero que esses grupos que se formaram em torno de um "hashtag" consigam desenvolver um debate e uma participação mais constante e principalmente que se informem melhor. Que se comprometam realmente. Afinal, politica gira em torno de informação e participação.
O que eu tenho pontuado desde o inicio é que esses movimentos, exatamente por essa ausencia de plataformas claras - e APARENTE desinformação sobre os problemas que vão alem dos 20 cents - estão servindo INVOLUNTARIAMENTE como aríete para intençoes excusas e grupos tão exoticos como esse retorno da MARCHA DA FAMILIA CONTRA O COMUNISMO (xessus, que coisa Mon-rá!).
Me preocupa essa plataforma de repúdio indiscriminado a quaisquer partidos politicos, esse extremismo ingenuo do protesto pelo protesto, que apenas abre brechas vorazes para a ascenção dos monstros (metafóricos ou não) que espreitam a anomia e a revolta acéfala.
Os agrupamentos de quebra-quebra que a gente viu - e apesar de minoria, eles fizeram GRANDE efeito - são apenas a ponta do Iceberg de forças "ocultas" que aproveitam a crise para extender seus tentáculos.
Há que ter memória e fazer valer essa memória. Num tempo de ficções travestidas de história, em que todas as instituições novas e supostamente antigas, enraizam-se num suposto passado, a tradição de mobilização politica precisa e deve ser lembrada. Bem como todos os efeitos dela, as forças que ela mobiliza e os efeitos colaterais.
Enfim, toda geração acha que está inventando a juventude, o protesto e etc.
E no entanto, quantas gerações de jovens e ativistas já tivemos - e vão sendo esquecidos. A história precisa cumprir sua função social, afinal. E eu realmente acredito que ela a possua, ainda que não tenhamos sido capazes sequer de provar e aprovar nosso estatuto profissional junto ao Congresso brasileiro.
(originalmente publicado no facebook
quarta-feira, 26 de junho de 2013
"A historia acontece primeiro como tragedia, depois se repete como farsa"
O google diz que a frase é do bom Marx.
"A história acontece primeiro como tragédia, depois se repete como farsa"
Vi o artigo abaixo e simpatizei. Pelo tom apaixonado do autor, bem semelhante aos arroubos do "Manifesto" (o manifesto comunista, óbivos). Paulo Roberto Almeida, sociólogo, diplomata e apaixonado. aqui
segunda-feira, 24 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
A guerra das duas rosas - seriado
Episódio pouco discutido em livros didáticos, a guerra das duas rosas é o tema desse seriado. A sinopse afirma que o enfoque se dará nas personagens femininas : o que sugere uma abordagem audaciosa.
Para conferir e baixar
Para conferir e baixar
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Simpósio de historia no Ceará - divulgando
bastante interessante a proposta, prazos vencendo em 10 dias confira
quarta-feira, 19 de junho de 2013
10 anos da Revista de história da biblioteca nacional
Entrevista com a atual editora, vivi Fernandes, pelo Café história aqui
SELEÇÃO FURB várias vagas
a módica taxa de 96,00 para uma seleção de temporário, desanima. Várias vagas para história, na Furb, SC. confira
domingo, 16 de junho de 2013
4 NOVAS FEDERAIS EM ANDAMENTO
4 novas federais a sair, duas na Bahia, 1 no Ceará e 1 no Pará confira
sábado, 15 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Preparação para um concurso público PROF/PESQUISADOR
Preparação para um concurso público para professor/pesquisador
Imagino que muitos dos nossos leitores sejam pessoas que se
encontram na etapa de realização de mestrado ou doutorado com vistas a
se tornarem futuramente pesquisadores e professores de universidades no
Brasil. Eu também passei por isso até muito recentemente, quando me
candidatei a um concurso público para professor efetivo da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, no qual felizmente fui aprovado. Dada esta
recente experiência e a solicitação de alguns leitores sobre dicas e
estratégias para a preparação para concursos públicos deste tipo,
tentarei deixar alguns breves conselhos aqui.
Em primeiro lugar, destaco que o foco deste artigo serão os concursos públicos das universidades federais brasileiras. Estes costumam ser bastante similares entre as diversas universidades. Já os processos seletivos de universidades particulares ou estaduais podem ser um pouco diferentes, embora acredite que as dicas também possam ser relevantes.
Eu dividiria a preparação para um concurso público em duas grandes partes: (i) antes do concurso e (ii) durante o concurso.
A preparação antes do concurso
Em termos gerais, podemos pensar nessa etapa desde o momento em que tomamos consciência de que queremos alcançar tal objetivo, que temos tempo para nos prepararmos e que precisamos montar uma estratégia para tal propósito. Nesses casos, destaco uma dica que acredito seja muito importante:
a) Estude as tabelas de pontuação dos concursos similares e veja quais as áreas que precisa priorizar na sua formação. Acho que este ponto é imprescindível. Para tanto, recomendo que siga os concursos da sua área nas universidades de seu interesse. Veja a tabela de pontuação desses concursos e avalie o que conta mais pontos. Por exemplo, hoje nas universidades brasileiras um dos itens que mais pontua na prova de títulos do concurso são as publicações científicas e projetos de pesquisa relevantes (de qualidade). Então, ter experiência em aulas é muito importante, ter experiência administrativa também é, mas os pontos desses itens podem ser limitados se comparados com publicações e projetos de pesquisa.
A preparação para o dia do concurso
Refiro-me aqui à preparação para uma data definida em que ocorrerá o concurso. Geralmente há um tempo de, no mínimo, três meses a partir da publicação do edital até a data do concurso. É o tempo de maior investimento e maior esforço, pelo menos na minha opinião.
O concurso geralmente é dividido em três partes: (i) prova escrita sobre os conhecimentos específicos (os temas estão definidos no edital); (ii) defesa da proposta de um projeto de pesquisa (escrito e oral); (iii) prova de títulos (avaliação do currículo); (iv) prova didática. Vou tentar deixar dicas para cada um desses pontos.
a) Prova escrita. Normalmente tem uma duração de seis horas (pelo menos na UFRGS) nas quais você deverá escrever tudo o que sabe sobre um dos temas do concurso, descrito no edital e que será sorteado antes da prova. Na primeira hora se pode utilizar material de consulta e depois, no restante do tempo, apenas o que você tiver tomado nota durante essa primeira hora. Assim sendo, além de estudar todos esses temas antes do concurso, é importante organizar muito bem o material de consulta para a primeira hora da prova. Marque bem seus livros usando marcadores, sinalizadores, etc. e classifique seus livros organizados por cada tema do concurso. É importante que você esteja bem familiarizado com o material que irá consultar no momento da prova. Também, à medida que estude para a prova, tente estruturar os tópicos na sua mente, imaginando como os apresentaria no momento da prova escrita. Isto ajudará a chegar mais preparado para dissertar sobre qualquer tema que for sorteado. Há concursos que são mais específicos ainda e que no dia da prova pedem para responder uma pergunta muito específica sobre o tema descrito no edital.
b) Projeto de pesquisa. Se o concurso for exatamente na sua área de atuação talvez este ponto seja mais fácil, senão demandará mais trabalho. Um ponto que se avalia no concurso é o alinhamento do histórico do proponente com o projeto de pesquisa proposto. Lembre que não se exige que ele seja executado, caso for aprovado (embora seja muito bom que isso aconteça). Então, acredito que não seja o melhor momento para mudar de área de pesquisa. Tente propor um tema que tenha a ver com tudo o que já fez na sua carreira, pois você deverá apresentar esta proposta diante da banca e eles questionarão a sua capacidade de execução com base na sua experiência prévia sobre o assunto. Em algumas áreas, principalmente nas novas, como no caso da minha, é interessante quando o projeto também contempla a criação de um grupo de pesquisa sobre o tema proposto. Estude também o perfil dos membros da banca e tente utilizar no seu projeto assuntos e nomenclaturas que tenham uma identificação com o avaliador, de maneira que este também veja seu projeto com mais interesse. Sobre a estrutura do projeto, as dicas do artigo “Escrevendo um projeto de pesquisa de mestrado ou doutorado” podem servir também.
c) Defesa do projeto de pesquisa. A defesa do projeto normalmente consiste em uma apresentação, primeiro da experiência do candidato e depois da proposta do projeto, tudo em um tempo definido (normalmente entre 20 a 30 min). A banca poderá ler o material escrito enquanto você apresenta. Neste ponto procure apresentar em uma linha de tempo, suas atividades mais relevantes associadas com o projeto (publicações, experiência profissional e em docência, pesquisas, etc.). Tudo tem que ser muito conciso. Este é o momento em que você pode se vender diante da banca (sempre com humildade, certo?). Mostre a eles que você conhece o assunto que propõe e que você trabalhou duro para chegar até onde chegou e que você tem potencial para ser um futuro pesquisador. Em resumo, aqui você mostrará os fundamentos históricos para seu projeto, além dos pontos principais do projeto em si.
d) Prova de títulos. Isto nada mais é do que a avaliação do seu Curriculum Vitae (CV) com toda a documentação comprovatória. O mais importante aqui é estruturar bem a apresentação do seu currículo de maneira que a banca entenda bem no momento da sua leitura. Geralmente se pede que o mesmo siga os padrões do CV Lattes. Recomendo que coloque todos os documentos de todos os itens (certificados, atestados, contratos, inclusive cópia dos artigos publicados). Não se assuste com o tamanho, pois é normal que acabe ficando em uma ou duas pastas grandes. Portanto, é importante colocar um bom índice. Eu prefiro organizá-lo no índice e na ordem de apresentação conforme os itens de avaliação descritos no edital, pois ajuda à banca avaliar mais facilmente.
e) Aula didática. Aqui você terá um tempo definido (normalmente 45min) para dar uma aula sobre um dos temas que for sorteado durante o concurso. Lembre que o controle do tempo é um ponto muito importante de avaliação. Também recomendo sempre escolher por apresentar as noções introdutórias ao tema da aula e não assuntos extremamente detalhados, pois algum membro da banca pode não ser especialista no tema sorteado, o que faz que fique menos predisposto a escutar você e avaliá-lo criteriosamente. Outra dica: vista-se como um profissional e futuro professor. A imagem é tudo no momento de uma apresentação e ajuda a transmitir mais autoridade e seriedade, assim como profissionalismo. Então, escolha uma roupa formal, que eu acredito que ajudará a mostrar que você é um profissional à altura do mercado. Para dicas específicas sobre como dar a aula, sugiro a leitura do artigo “Como dar uma boa aula na universidade“, do Blog Sobrevivendo na Ciência.
Enfim, não quero me deter mais, pois os detalhes são muitos e muitas questões irão surgindo à medida que você for se preparando para o concurso. Portanto, sempre é bom conversar com outras pessoas que tenham passado por experiências similares. Além disso, lembre que em concursos concorridos, os detalhes se tornam muito importantes, pois, muitas vezes, nos pequenos pontos somados pode estar a definição final do concurso.
Finalmente lembre que escrevo este artigo baseado na minha própria experiência. Portanto, outras perspectivas também podem ajudar e também pode mudar de universidade para universidade.
Em primeiro lugar, destaco que o foco deste artigo serão os concursos públicos das universidades federais brasileiras. Estes costumam ser bastante similares entre as diversas universidades. Já os processos seletivos de universidades particulares ou estaduais podem ser um pouco diferentes, embora acredite que as dicas também possam ser relevantes.
Eu dividiria a preparação para um concurso público em duas grandes partes: (i) antes do concurso e (ii) durante o concurso.
A preparação antes do concurso
Em termos gerais, podemos pensar nessa etapa desde o momento em que tomamos consciência de que queremos alcançar tal objetivo, que temos tempo para nos prepararmos e que precisamos montar uma estratégia para tal propósito. Nesses casos, destaco uma dica que acredito seja muito importante:
a) Estude as tabelas de pontuação dos concursos similares e veja quais as áreas que precisa priorizar na sua formação. Acho que este ponto é imprescindível. Para tanto, recomendo que siga os concursos da sua área nas universidades de seu interesse. Veja a tabela de pontuação desses concursos e avalie o que conta mais pontos. Por exemplo, hoje nas universidades brasileiras um dos itens que mais pontua na prova de títulos do concurso são as publicações científicas e projetos de pesquisa relevantes (de qualidade). Então, ter experiência em aulas é muito importante, ter experiência administrativa também é, mas os pontos desses itens podem ser limitados se comparados com publicações e projetos de pesquisa.
A preparação para o dia do concurso
Refiro-me aqui à preparação para uma data definida em que ocorrerá o concurso. Geralmente há um tempo de, no mínimo, três meses a partir da publicação do edital até a data do concurso. É o tempo de maior investimento e maior esforço, pelo menos na minha opinião.
O concurso geralmente é dividido em três partes: (i) prova escrita sobre os conhecimentos específicos (os temas estão definidos no edital); (ii) defesa da proposta de um projeto de pesquisa (escrito e oral); (iii) prova de títulos (avaliação do currículo); (iv) prova didática. Vou tentar deixar dicas para cada um desses pontos.
a) Prova escrita. Normalmente tem uma duração de seis horas (pelo menos na UFRGS) nas quais você deverá escrever tudo o que sabe sobre um dos temas do concurso, descrito no edital e que será sorteado antes da prova. Na primeira hora se pode utilizar material de consulta e depois, no restante do tempo, apenas o que você tiver tomado nota durante essa primeira hora. Assim sendo, além de estudar todos esses temas antes do concurso, é importante organizar muito bem o material de consulta para a primeira hora da prova. Marque bem seus livros usando marcadores, sinalizadores, etc. e classifique seus livros organizados por cada tema do concurso. É importante que você esteja bem familiarizado com o material que irá consultar no momento da prova. Também, à medida que estude para a prova, tente estruturar os tópicos na sua mente, imaginando como os apresentaria no momento da prova escrita. Isto ajudará a chegar mais preparado para dissertar sobre qualquer tema que for sorteado. Há concursos que são mais específicos ainda e que no dia da prova pedem para responder uma pergunta muito específica sobre o tema descrito no edital.
b) Projeto de pesquisa. Se o concurso for exatamente na sua área de atuação talvez este ponto seja mais fácil, senão demandará mais trabalho. Um ponto que se avalia no concurso é o alinhamento do histórico do proponente com o projeto de pesquisa proposto. Lembre que não se exige que ele seja executado, caso for aprovado (embora seja muito bom que isso aconteça). Então, acredito que não seja o melhor momento para mudar de área de pesquisa. Tente propor um tema que tenha a ver com tudo o que já fez na sua carreira, pois você deverá apresentar esta proposta diante da banca e eles questionarão a sua capacidade de execução com base na sua experiência prévia sobre o assunto. Em algumas áreas, principalmente nas novas, como no caso da minha, é interessante quando o projeto também contempla a criação de um grupo de pesquisa sobre o tema proposto. Estude também o perfil dos membros da banca e tente utilizar no seu projeto assuntos e nomenclaturas que tenham uma identificação com o avaliador, de maneira que este também veja seu projeto com mais interesse. Sobre a estrutura do projeto, as dicas do artigo “Escrevendo um projeto de pesquisa de mestrado ou doutorado” podem servir também.
c) Defesa do projeto de pesquisa. A defesa do projeto normalmente consiste em uma apresentação, primeiro da experiência do candidato e depois da proposta do projeto, tudo em um tempo definido (normalmente entre 20 a 30 min). A banca poderá ler o material escrito enquanto você apresenta. Neste ponto procure apresentar em uma linha de tempo, suas atividades mais relevantes associadas com o projeto (publicações, experiência profissional e em docência, pesquisas, etc.). Tudo tem que ser muito conciso. Este é o momento em que você pode se vender diante da banca (sempre com humildade, certo?). Mostre a eles que você conhece o assunto que propõe e que você trabalhou duro para chegar até onde chegou e que você tem potencial para ser um futuro pesquisador. Em resumo, aqui você mostrará os fundamentos históricos para seu projeto, além dos pontos principais do projeto em si.
d) Prova de títulos. Isto nada mais é do que a avaliação do seu Curriculum Vitae (CV) com toda a documentação comprovatória. O mais importante aqui é estruturar bem a apresentação do seu currículo de maneira que a banca entenda bem no momento da sua leitura. Geralmente se pede que o mesmo siga os padrões do CV Lattes. Recomendo que coloque todos os documentos de todos os itens (certificados, atestados, contratos, inclusive cópia dos artigos publicados). Não se assuste com o tamanho, pois é normal que acabe ficando em uma ou duas pastas grandes. Portanto, é importante colocar um bom índice. Eu prefiro organizá-lo no índice e na ordem de apresentação conforme os itens de avaliação descritos no edital, pois ajuda à banca avaliar mais facilmente.
e) Aula didática. Aqui você terá um tempo definido (normalmente 45min) para dar uma aula sobre um dos temas que for sorteado durante o concurso. Lembre que o controle do tempo é um ponto muito importante de avaliação. Também recomendo sempre escolher por apresentar as noções introdutórias ao tema da aula e não assuntos extremamente detalhados, pois algum membro da banca pode não ser especialista no tema sorteado, o que faz que fique menos predisposto a escutar você e avaliá-lo criteriosamente. Outra dica: vista-se como um profissional e futuro professor. A imagem é tudo no momento de uma apresentação e ajuda a transmitir mais autoridade e seriedade, assim como profissionalismo. Então, escolha uma roupa formal, que eu acredito que ajudará a mostrar que você é um profissional à altura do mercado. Para dicas específicas sobre como dar a aula, sugiro a leitura do artigo “Como dar uma boa aula na universidade“, do Blog Sobrevivendo na Ciência.
Enfim, não quero me deter mais, pois os detalhes são muitos e muitas questões irão surgindo à medida que você for se preparando para o concurso. Portanto, sempre é bom conversar com outras pessoas que tenham passado por experiências similares. Além disso, lembre que em concursos concorridos, os detalhes se tornam muito importantes, pois, muitas vezes, nos pequenos pontos somados pode estar a definição final do concurso.
Finalmente lembre que escrevo este artigo baseado na minha própria experiência. Portanto, outras perspectivas também podem ajudar e também pode mudar de universidade para universidade.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
mini curso de epigrafia latina LEIR-UFOP
| Fabio Faversani | 13 de Junho de 2013 17:30 |
CICLO DE ESTUDOS DO LEIR-UFOP convida para o
MINI-CURSO: “Introdução ao estudo da epigrafia latina”,
a ser ministrado pela Profª Drª Maricí Martins Magalhães.
Data e horário: 18 a 20 de junho de 2013, das 14h00 às 17h00.
Local: Sala 21, Prédio do Reuni, do ICHS -UFOP, Mariana-MG.
O Ciclo de Estudos é uma realização do LEIR-UFOP e do Programa de Pós-Graduação em História da UFOP. Conta com apoio do CNPq. O LEIR é um Grupo de Estudos da SBEC.
PRÓXIMAS ATIVIDADES do Ciclo de Estudos do LEIR-UFOP em 2013: Oficina sobre os Epodos de Horácio e palestra sobre "O elogio de Augusto na Ode, 1. 2 de Horácio" com o Prof. Alexandre Hasegawa (USP), oficina sobre imagens no Principado Romano, com o Prof. Paulo Martins (USP), oficina sobre a escravidão antiga com o Prof. Kostas Vlasooupoulos (University of Nottingham), palestra com a Profa. Catalina Balmaceda (Pontificia Universidad Catolica de Chile), além de palestras expondo ao debate as pesquisas em andamento no âmbito do LEIR-UFOP, entre outras, ainda em preparação. Detalhes sobre estas atividades estarão disponíveis na área agenda do site www.leir.ufop.br.
OUTRAS INFORMAÇÕES...
SOBRE O CICLO DE ESTUDOS DO LEIR-UFOP: O Ciclo de Estudos do Laboratório de Estudos sobre o Império Romano, da Universidade Federal de Ouro Preto (LEIR-UFOP), é promovido com o objetivo de estabelecer um espaço permanente de debate, abrigando as mais diferentes abordagens que vem sendo desenvolvidas no país e internacionalmente sobre os diversos temas correlatos aos interesses de pesquisa do LEIR-UFOP. As atividades são sempre gratuitas e abertas a todos os interessados. No caso de alguns dos workshops e palestras, pede-se inscrição para que os participantes possam ter contato prévio com a bibliografia indicada para aquela atividade. Como atividade permanente do Ciclo de Estudos, temos o Grupo de Estudos de Latim.
SOBRE O LEIR-UFOP: O Laboratório de Estudos sobre o Império Romano da UFOP está integrado a uma rede mais ampla de pesquisa através do LEIR-nacional. As pesquisas do LEIR-UFOP se concentram no período do Principado Romano, mas nosso interesse se amplia para os estudos da Antiguidade como um todo. O grupo agrega pesquisadores ligados aos departamentos de História e de Letras da UFOP. O LEIR-UFOP tem realizado Colóquios anuais, chegando, em 2013, a sua sexta edição. Promove ainda atividades regulares de intercâmbio acadêmico através do Ciclo de Estudos. Além disto, seus pesquisadores participam da ANPUH, especialmente do GT de História Antiga, e da SBEC, por meio do Grupo de Estudos LEIR. No que se refere à formação de recursos humanos, o LEIR tem propiciado tanto a formação de pesquisadores através da Iniciação Científica quanto através de estudos pós-graduados (mestrado e, partir de 2013, também doutorado). O grupo tem publicado regularmente os resultados de suas pesquisas em periódicos e livros.
MINI-CURSO: “Introdução ao estudo da epigrafia latina”,
a ser ministrado pela Profª Drª Maricí Martins Magalhães.
Data e horário: 18 a 20 de junho de 2013, das 14h00 às 17h00.
Local: Sala 21, Prédio do Reuni, do ICHS -UFOP, Mariana-MG.
O Ciclo de Estudos é uma realização do LEIR-UFOP e do Programa de Pós-Graduação em História da UFOP. Conta com apoio do CNPq. O LEIR é um Grupo de Estudos da SBEC.
PRÓXIMAS ATIVIDADES do Ciclo de Estudos do LEIR-UFOP em 2013: Oficina sobre os Epodos de Horácio e palestra sobre "O elogio de Augusto na Ode, 1. 2 de Horácio" com o Prof. Alexandre Hasegawa (USP), oficina sobre imagens no Principado Romano, com o Prof. Paulo Martins (USP), oficina sobre a escravidão antiga com o Prof. Kostas Vlasooupoulos (University of Nottingham), palestra com a Profa. Catalina Balmaceda (Pontificia Universidad Catolica de Chile), além de palestras expondo ao debate as pesquisas em andamento no âmbito do LEIR-UFOP, entre outras, ainda em preparação. Detalhes sobre estas atividades estarão disponíveis na área agenda do site www.leir.ufop.br.
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SOBRE O CICLO DE ESTUDOS DO LEIR-UFOP: O Ciclo de Estudos do Laboratório de Estudos sobre o Império Romano, da Universidade Federal de Ouro Preto (LEIR-UFOP), é promovido com o objetivo de estabelecer um espaço permanente de debate, abrigando as mais diferentes abordagens que vem sendo desenvolvidas no país e internacionalmente sobre os diversos temas correlatos aos interesses de pesquisa do LEIR-UFOP. As atividades são sempre gratuitas e abertas a todos os interessados. No caso de alguns dos workshops e palestras, pede-se inscrição para que os participantes possam ter contato prévio com a bibliografia indicada para aquela atividade. Como atividade permanente do Ciclo de Estudos, temos o Grupo de Estudos de Latim.
SOBRE O LEIR-UFOP: O Laboratório de Estudos sobre o Império Romano da UFOP está integrado a uma rede mais ampla de pesquisa através do LEIR-nacional. As pesquisas do LEIR-UFOP se concentram no período do Principado Romano, mas nosso interesse se amplia para os estudos da Antiguidade como um todo. O grupo agrega pesquisadores ligados aos departamentos de História e de Letras da UFOP. O LEIR-UFOP tem realizado Colóquios anuais, chegando, em 2013, a sua sexta edição. Promove ainda atividades regulares de intercâmbio acadêmico através do Ciclo de Estudos. Além disto, seus pesquisadores participam da ANPUH, especialmente do GT de História Antiga, e da SBEC, por meio do Grupo de Estudos LEIR. No que se refere à formação de recursos humanos, o LEIR tem propiciado tanto a formação de pesquisadores através da Iniciação Científica quanto através de estudos pós-graduados (mestrado e, partir de 2013, também doutorado). O grupo tem publicado regularmente os resultados de suas pesquisas em periódicos e livros.
e-teacher : grátis várias linguas
Várias linguas para aprender on line, com professores nativos.aqui
quarta-feira, 12 de junho de 2013
125 anos de Fernando Pessoa - dossie digital
A hemeroteca municipal de Lisboa oferece um dossiê comemorativo aqui
premio odebrecht de pesquisa historica
com direito a livro publicado e financiamento total da pesquisa aqui
cursos livres e uteis - em ingles
vários cursos sobre diversos temas, sempre refereindo-se a open rights aqui
porque estudar historia? Laura de Mello e Souza
Lembro de Laura ainda jovem, lá pelos 30 e tal, no ICHS (sempre graças à Andréa Lisly) tão competente, bonita e elegante. Ela desmistificava os estereótipos de que intelectual tem que ser "feio, sujo e malvado".
Laura era bela, suave, extremamente pertinente e - maravilha das maravilhas - clara e acessivel. Falava de temas menos áridos (em tempos ainda marxianos) de maneira que nos interessavam facilmente.
A foto dela mostra um dom ainda interessante - a graça de envelhecer com dignidade, sem botox nem medo do futuro.
Um exemplo de intelectual e de (porque não?) genero.
Leia o texto, aqui
Laura era bela, suave, extremamente pertinente e - maravilha das maravilhas - clara e acessivel. Falava de temas menos áridos (em tempos ainda marxianos) de maneira que nos interessavam facilmente.
A foto dela mostra um dom ainda interessante - a graça de envelhecer com dignidade, sem botox nem medo do futuro.
Um exemplo de intelectual e de (porque não?) genero.
Leia o texto, aqui
SLELEÇÃO DE MESTRADO - UFES
http://www.historia.ufes.br/content/edital-de-sele%C3%A7%C3%A3o-do-mestrado-em-hist%C3%B3ria-ufes-20141
SELEÇÃO - historia da historiografia e historia de roraima
http://www.pciconcursos.com.br/noticias/ufrr-abre-vaga-para-professor-na-area-de-historia
segunda-feira, 10 de junho de 2013
SELEÇÃO - UFES - INCLUINDO HISTÓRIA
Não é concurso - é seleção. Ou seja, por tempo determinado.
http://www.pciconcursos.com.br/concurso/ufes-universidade-federal-do-espirito-santo-es-9-vagas-1129
http://www.pciconcursos.com.br/concurso/ufes-universidade-federal-do-espirito-santo-es-9-vagas-1129
Concurso? que tal UFMT?
Muitas vagas, incluindo para história, na UFMT.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2013/06/ufmt-abre-inscricoes-em-concurso-publico-com-59-vagas-para-professor.html
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2013/06/ufmt-abre-inscricoes-em-concurso-publico-com-59-vagas-para-professor.html
Jaime Pinsky (!??!) ainda atuante fala sobre jornalismo e história
Jaime Pinsky, é antes de tudo, um longevo. Ou precoce, talvez. Em 1988 (século passado!) eu entrava na UFOP e ele já era um clássico (problemático, mas clássico).
Agora vejo uma foto dele, ainda atuante e concedendo essa entrevista bem interessante sobre os "herroz" que o jornalismo anda ousando, na história, na gramática ... (basta conferir uns errinhos no texto da reportagem)
http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/59268/jornalistas+nao+devem+ter+pretensao+de+fazer+historia+com+noticia+diz+jaime+pinsky
Agora vejo uma foto dele, ainda atuante e concedendo essa entrevista bem interessante sobre os "herroz" que o jornalismo anda ousando, na história, na gramática ... (basta conferir uns errinhos no texto da reportagem)
http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/brasil/59268/jornalistas+nao+devem+ter+pretensao+de+fazer+historia+com+noticia+diz+jaime+pinsky
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